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Tecnologia vs. saúde

Motor a gasolina com injeção direta é nocivo à saúde

A partir da inovação tecnológica automotiva, motores com injeção direta a gasolina foram desenvolvidos com a promessa de menor consumo e maior potência e vêm tomando espaços significativos em torno do mundo. As diferenças mais importantes entre um motor de injeção direta e um motor convencional a gasolina estão na forma pela qual o combustível é chega até a câmara de combustão. Nos propulsores tradicionais ele é injetado no coletor de admissão, enquanto naqueles com injeção direta ele é aplicado com pressão diretamente na câmara, o que resulta em uma queima mais eficiente.

Seria ótimo se os resultados parassem por aí, somente com benefícios, não é mesmo? Mas apesar de emitir menos CO2 em todo esse processo, o motor com injeção direta libera 1.000 vezes mais particulados, inclusive substâncias cancerígenas, em relação aos propulsores com relação indireta. A conclusão é da consultoria alemã TUEV Nord, a qual acrescente também que os motores GDI (Gasoline Direct Injection) emitem cerca de 10 vezes mais resíduos particulados em relação aos motores diesel mais modernos. O motivo é que os motores GDI trabalham com uma pressão mais elevada nos cilindros, o que resulta em mais partículas nocivas à saúde.

Greg Archer, gerente da iniciativa de Transporte e Meio-Ambiente, grupo relacionado a assuntos do setor com sede na Europa, complementa que os automóveis são a maior fonte de poluição e que 90% dos cidadãos europeus são expostos diariamente a altos níveis de particulados. O grupo acrescenta que esses particulados poderiam ser eliminados com o uso de um filtro que custa 50 euros e não afeta consumo de combustível nem desempenho, mas as montadoras mostram-se relutantes em adotar o recurso.

A organização ressalta que a poluição do ar na União Européia contribui para cerca de 406.000 mortes/ano, pois essas partículas poluentes penetram na pele, entram na corrente sanguínea afetando diretamente os pulmões adoecendo a população resultando em perda de dias de trabalho. Segundo a organização, isso repercute em um custo para a economia que gira em torno de 330 a 940 bilhões de euros por ano. Fonte: Carroonline



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